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Sobre a Insurgência Periférica:

Movimento de Emancipação Popular

Nosso Propósito

O Insurgência Periférica: Movimento de Emancipação Popular tem como propósito servir de fórum de articulação ampla e estratégica entre grupos, coletivos e lideranças de distintos territórios.

Planejando e fortalecendo ações conjuntas entre diferentes comunidades, aproveitando as competências, recursos e saberes já existentes, através do intercâmbio entre coletivos e potencializando suas construções.

Entendemos que as ações realizadas em territórios pontuais, não possibilitam a otimização dos recursos e competências em larga escala e de maneira articulada.

É comum verificar o desequilíbrio de recursos (de infraestrutura, de informações, de rede, ou mesmo financeiro) em diferentes territórios, marcados por abundância ou escassez.

O movimento se propõe a mapear as demandas territoriais através de suas lideranças e, com base nisso, trabalhar na captação recursos com o apoio à elaboração de projetos a serem submetidos em editais de fomento.

Pensando na emancipação da comunidade é realizado mapeamento contínuo de editais e elaboração de oficinas de orientação para a montagem de projetos, bem como a busca por apoios institucionais para a viabilização de ações, agindo horizontalmente.

A articulação entre movimento de base com estreita conexão com a população nos permite ecoar estrategicamente as vozes historicamente subalternizadas, contribuindo na emancipação das organizações populares focando, inclusive, o planejamento e a preparação para a inserção de seus representantes nas esferas institucionais de poder.

 
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Carta de Princípios

Princípios Fundamentais que Suleiam Nossas Articulações

 
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É preciso RESISTIR e AVANÇAR, construindo possibilidades de enfrentamento coletivo e respeitando as singularidades de cada território

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Educação

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural se não construirmos caminhos para ações concretas de educação popular emancipatória, atacando a raiz do sistema, qual seja, a estrutura colonizadora de ensino que é constituída para deixar à margem as inteligências periféricas

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Saúde

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural se não garantirmos atendimento de saúde digno e direcionado às populações vulneráveis, considerando suas especificidades e possibilitando às pessoas o domínio sobre seu próprio corpo e sobre suas escolhas.

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Moradia

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural se não trabalharmos para descolonizar a ideia de moradia enquanto privilégio e bem a serviço da geração de riqueza. Se não combatermos uma lógica que relega a maior parte da população a condições de vida indignas e que neutraliza a mobilização popular através da naturalização e responsabilização individual pela própria miséria.

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Capitalismo

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural se não subvertemos a própria lógica do capital como fio condutor de nossas existências e de nossas relações, já que a manutenção da desigualdade e das estruturas de privilégios é a própria engrenagem do sistema capitalista.

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Insurgência e Emancipação

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural sem uma ampla articulação entre coletivos, grupos e pessoas comprometidas com um projeto colaborativo e emancipatório de transformação de uma sociedade adoecida, excludente, violenta e desigual. 

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Caminho para o Futuro

Acreditamos que o avanço não acontecerá de maneira estrutural se as mulheres pretas e periféricas não ocuparem o espaço da política como protagonistas de um novo horizonte social e histórico, gestado em seus intelectos, em seus corações, em suas ações e em sua resistência. As mulheres pretas são detentoras de outro amanhã, que está pronto para nascer.

 

Participantes

A Insurgência Periférica promove e oferece fórum para articulação ampla e estratégica para compartilhamento de saberes e recursos, visando viabilizar soluções coletivas para o atendimento das demandas de cada território.

Conheça os Coletivos, Grupos e Instituições que já aderiram ao moimento.

Junte-se a nós!

 
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Coletivo Ifè

Integrado por profissionais de diversas áreas, como engenharia, serviço social, arquitetura, sociologia, química entre outras, se organiza e elabora intervenções para atuação a partir dos seguintes temas: educação; saúde mental e empoderamento de crianças e adolescentes; mulheres negras; famílias negras e periféricas; e humanização de espaços comunitários. As intervenções são realizadas em comunidades e instituições conforme a demanda apresentada, sempre considerando e, principalmente, respeitando a leitura das problemáticas e o conhecimento já produzido pelo público alvo.  Compreendendo as questões políticas, sociais e raciais historicamente constituídas em nosso país, sabe-se que há muito a se fazer e que o caminho para avançar é longo. Por isso este coletivo segue firme com sua proposta de transformação, certo do afeto que quer emanar e multiplicar.

Coletiva Fiandeiras

A Coletiva Fiandeiras é um grupo de mulheres, lideranças comunitárias e ativistas sociais, com formações diversas. Criada em 2010 por jovens da comunidade Real Parque, cuja proposta foi o desenvolvimento de projetos de fomento à educação, cultura, literatura e desenvolvimento social nas favelas do Real Parque e Jardim Panorama, localizadas na região sudoeste da cidade de São Paulo.

Em 2020 com a chegada do Coronavírus: COVID 19, a Coletiva uni forças com outras mulheres, negras, afro indígenas, filhas de mães e pais que vieram no norte e nordeste, profissionais que além de atuarem nos setores de serviços educacionais, sociais e de comunicação, acreditam na potência da coletividade para manterem-se íntegras, conectadas com seus afazeres políticos e socais, algo de que não abrem mão pela extrema desigualdade social existente, que afeta estruturalmente as comunidades periféricas.

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Coletiva Luar

Nós que formamos a Coletiva Luar, atuamos com mulheres e famílias em seus ciclos de gestação, parto, amamentação e puerpério. Nosso trabalho é orientado por perspectivas Interseccionais e antirracistas, ampliando o acesso às diversas famílias a um parto humanizado e respeitoso, sobretudo no SUS. Seguimos fortalecendo mulheres em suas mais distintas origens e histórias para que possam viver com segurança e liberdade esse processo. Somos também as criadoras da formação de Doulas Interseccionais e Antirracistas Na certeza de que só uma educação libertadora nos emancipará.

Bloco do Beco

Atuam desde 2002 para garantir o direito de acesso à cultura para a população de seu território na Zona Sul de São Paulo, unindo as tradições populares, o fazer comunitário, os grupos culturais e educadores na perspectiva integrada da arte, cultura e educação. Ao longo dos anos, várias pessoas com diferentes ideias e projetos foram chegando e contribuindo, implementando propostas e promovendo ações diversificadas: artesanato, dança, teatro, percussão, hip-hop, literatura, mostras de vídeos, palestras e saraus, dentre outras. Estão localizados no bairro Jardim Ibirapuera - formado, além da área urbanizada, por três comunidades: Favela da Erundina, Favela da Felicidade e Jardim São Francisco - na zona sul de São Paulo, localizada às margens de grandes avenidas como Marginal Pinheiros, Av. Guarapiranga e Av. Guido Caloi, que integram a subprefeitura do M’Boi Mirim, sendo composta por aproximadamente 12.000 habitantes (3.300 imóveis).

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União Brasileira de Mulheres da Cidade de São Paulo - UBM Capital

A UBM da capital atua há 34 anos, defendendo os direitos das mulheres. Sua história se entrelaça com a história do feminismo no Brasil.
Suas atividades visam chamar a atenção para os desafios que precisam ser enfrentados para que essa igualdade seja alcançada, também apresentando propostas, e, principalmente, empoderando mulheres para que elas possam ser mais livres para desenvolver todo seu potencial pessoal, social, político e econômico.
Os projetos levam a educação popular feminista em direitos para mulheres que, na construção coletiva do conhecimento com outras, descobrem para si e para suas comunidades novas possibilidades de acesso à justiça, serviços e políticas que possam efetivamente melhorar suas vidas e das pessoas a sua volta.

Mamatoto - Parteiras Urbanas

Mamatoto nasceu com um grupo de três obstetrizes de São Paulo: Ana Cristina Duarte, Leticia Ventura e Isabele Ruivo. A proposta do grupo é atender pré natal e parto na cidade de São Paulo dentro das premissas da humanização e da atenção baseada em evidências. Mamatoto é uma palavra da língua suaili que quer dizer a unidade MÃEBEBÊ, tudo junto, e que deveria assim permanecer após o parto e nos primeiros meses de vida!

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Contato

WhatsApp: (11)964734429

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